ELITE PENSANTE

10.10.2006

AMOR

 

Por

Antonio Marcos de Menezes Rodrigues

Psicopedagogo

 

O amor é um sentimento que se manifesta de diversas maneiras no ser humano.  Aprendemos desde cedo algumas características que esse sentimento representa em nossas vidas. O fato é que o amor em si pode ser algo construtivo ou destrutivo. Não existe uma lei ou regra que estabeleça apenas uma condição a que esse sentimento se condicione. Ele pode, na medida em que interpretamos, se concretizar através de uma necessidade comum entre os seres humanos.

 

Uma condição comum seria a ausência de afetividade e a real necessidade de supri-la. Desta forma, esse sentimento cria uma circunstancia idealizável ao ponto de ligar a condição de carência à sua superação.

 

Existe uma confusão irracional em associar uma relação sexual ao Amor. De fato, realizar o sexo com afetividade pode representar também um sentimento que conduz ao estado de sensação de prazer caracterizado como sensação de felicidade. Mas as inúmeras condições que esse sentimento pode nos impor, exceto quando deixamos também a racionalidade de lado, pode nos tornar obcecados e inconseqüentes.

 

Não podemos definir o sentimento de amor apenas de um anglo. Podemos afirmar como foi dito anteriormente, que se trata de um sentimento que se manifesta de várias maneiras, podendo produzir situações positivas ou negativas de felicidade ou infelicidade. Cabe a nós sabermos conduzir esse sentimento guiado pela razão, protegendo a si e aos outros.

 

Dizem que não mandamos no coração, mas isso é mito. Na verdade o coração é o órgão principal do corpo humano. O sentimento está mesmo no pensamento (cérebro) que, aliás, é de lá que se origina tudo que idealizamos e sentimos.

 

Crer ou não crer no amor não é algo que se questione do ponto de vista das situações imprevisíveis, como por exemplo, não ser correspondido, mas alguns outros fatores que contribuem para um despertar inconsciente, porém agradável em relação ao foco que se impressiona. Veja bem que falamos em impressão que se estabelece e estimula no pensamento da outra pessoa.

 

Em suma, o sentimento de amor existe, mas dependendo dos valores que você agrega a ele, é que pode definir que tipo de sentimento poderá ser realizado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 12h33 [] [envie esta mensagem]



RELAÇÕES HUMANAS

PARTE I

 

 

Antonio Marcos de Menezes Rodrigues

psicopedagogo

 

 

O tempo tem mostrado que as inúmeras tentativas para as melhorias das relações interpessoais entre os seres humanos não tem sido muito eficazes.  Dinâmicas e palestras podem até dar, naquele momento certo impulso para a reflexão, mas no decorrer do dia a dia, tudo que se ouviu se dissolve rapidamente, caindo no esquecimento. O problema está mesmo na construção e reforço do caráter de cada pessoa, associado ao meio e as condições que fatores sociais e psicológicos podem contribuir.

 

Com esse desencadeamento e a falta de amadurecimento individual de cada um, torna-se evidente cada vez mais a saliência nas relações humanas, sejam elas no espaço profissional como em outras atmosferas.

 

O que vemos é toda uma humanidade buscando sobreviver, e nesse ritmo acelerado, mora a ociosidade dos comportamentos ofensivos.  Nesse contexto é preciso avaliar no que isso pode interferir na qualidade e produtividade do trabalho dentro do espaço profissional, uma vez que as empresas existem para serem administradas e torná-las operantes.

 

Não creio que somente palestras e dinâmicas ultrapassadas ajudem o ser humano no seu ambiente de trabalho. Deve haver sem sombra de dúvidas, uma reavaliação das competências de cada um e a sua real afinidade com o que se sabe realmente fazer.

 

Mas isso seria possível acontecer em todas as empresas pequenas ou de grande porte?  É possível sim, deste que haja essa visão e autonomia para realização dessas mudanças, começando mesmo pelas situações detectáveis.

 

Se o compromisso com a realização de um trabalho produtivo e rentável realmente têm valor para grandes empresários, certamente eles farão essa investida.

 

As relações humanas têm grandes influencia na produtividade e isso não é apenas uma questão de profissionalismo, mas de deficiências pessoais que precisam ser orientadas e até mesmo julgadas, já que o maior risco é a reação em cadeia da  falência da empresa.

 



 Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 11h34 [] [envie esta mensagem]



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