AMOR
Por
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues
Psicopedagogo
O amor é um sentimento que se manifesta de diversas maneiras no ser humano. Aprendemos desde cedo algumas características que esse sentimento representa em nossas vidas. O fato é que o amor em si pode ser algo construtivo ou destrutivo. Não existe uma lei ou regra que estabeleça apenas uma condição a que esse sentimento se condicione. Ele pode, na medida em que interpretamos, se concretizar através de uma necessidade comum entre os seres humanos.
Uma condição comum seria a ausência de afetividade e a real necessidade de supri-la. Desta forma, esse sentimento cria uma circunstancia idealizável ao ponto de ligar a condição de carência à sua superação.
Existe uma confusão irracional em associar uma relação sexual ao Amor. De fato, realizar o sexo com afetividade pode representar também um sentimento que conduz ao estado de sensação de prazer caracterizado como sensação de felicidade. Mas as inúmeras condições que esse sentimento pode nos impor, exceto quando deixamos também a racionalidade de lado, pode nos tornar obcecados e inconseqüentes.
Não podemos definir o sentimento de amor apenas de um anglo. Podemos afirmar como foi dito anteriormente, que se trata de um sentimento que se manifesta de várias maneiras, podendo produzir situações positivas ou negativas de felicidade ou infelicidade. Cabe a nós sabermos conduzir esse sentimento guiado pela razão, protegendo a si e aos outros.
Dizem que não mandamos no coração, mas isso é mito. Na verdade o coração é o órgão principal do corpo humano. O sentimento está mesmo no pensamento (cérebro) que, aliás, é de lá que se origina tudo que idealizamos e sentimos.
Crer ou não crer no amor não é algo que se questione do ponto de vista das situações imprevisíveis, como por exemplo, não ser correspondido, mas alguns outros fatores que contribuem para um despertar inconsciente, porém agradável em relação ao foco que se impressiona. Veja bem que falamos em impressão que se estabelece e estimula no pensamento da outra pessoa.
Em suma, o sentimento de amor existe, mas dependendo dos valores que você agrega a ele, é que pode definir que tipo de sentimento poderá ser realizado.
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 12h33
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