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| 15.03.2008 |

Campina Grande, Sábado, 15 de Março de 2008
A origem do mal
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Se debruçarmos apenas nos argumentos bíblicos sobre os fundamentos da existência do mal no universo, teremos, por definitivo, a razão subjetiva de que Lúcifer, transgressor da lei divina, foi considerado culpado e, por conseguinte, expulso do céu. A ele, foi atribuído à origem de todo mal o qual disseminou toda sorte de maldade nos quatro cantos da terra.
Mas, se não atentarmos para detalhes mais minuciosos através de um olhar mais critico, ficaremos a mercê de uma interpretação vazia e sem conexão, sendo regidos por uma fé descontextualizada e sem contestação.
Sobre a origem do mal acreditamos não ser possível uma justificativa simples, pois um indivíduo não nasce com o seu caráter formado, sendo o meio responsável também nesse aspecto. Existem outros fatores que devem ser considerados, pois na sociedade encontramos pessoas de boa formação intelectual, mas que inexplicavelmente desenvolve também uma má índole.
Como se chegar a um consenso sobre esta questão quando se faz urgente criar meios que possa pelo menos controlar esse mal que tanto aflige o homem?
A que ou a quem poderia se atribuir a essa imperfeição para que possamos encontrar razões justificáveis a fim de buscarmos soluções cabíveis? Seriam as desigualdades sociais responsáveis por essas deformações?
São perguntas eternas para respostas talvez infinitas. O fato é que vivemos numa sociedade violenta em que cada vez mais se mata por banalidade e isso requer reflexão e atitude, principalmente pelo poder que emana da própria sociedade.
Essas questões interferem e preocupam profundamente a vida das pessoas e ao que parece tudo está sem controle.
A pergunta primordial deve ser: o que nós cidadãos, podemos fazer para transformar esse cenário? Entende-se que somente pela ação conjunta, governo e sociedade, seja capaz de contribuir para tal, mas enquanto isso não acontece em curto prazo, compete a nós revermos nossos valores, mudando nossas vãs filosofias na arte de educar, já que somos responsáveis pelos filhos que produzimos e criamos.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 08h21
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| 08.03.2008 |

Campina Grande, Sábado, 08 de Março de 2008
Recompensa no trânsito
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
As recompensas variam desde 50% do licenciamento do veiculo em um ano ou integral nos cinco anos consecutivos. Esta medida provisória irá estimular os condutores de veículos a ver essa nova proposta não só como medida preventiva, mas como beneficio estimulativo como acontece com o programa bolsa escola e outras ações de caráter educativo.
É uma pena, mas o enunciado acima não é verídico, mas bem que podia ser. Vemos cada vez mais empenho para sacrificar o cidadão brasileiro, impondo inúmeros impostos aparentemente como forma de educar, e bem sabemos: de arrecadar mais e mais dinheiro da população, quando se deveria pensar no efeito inverso da punição.
Poderia ser uma idéia interessante se fosse levado em consideração esse pensamento. Mas será que isso aconteceria de fato algum dia em nosso país? Isso até poderia acontecer, se esse tipo de punição não fosse tão lucrativo.
E difícil viver em um mundo verdadeiramente justo quando o próprio homem, sem razão aparente, é tão egoísta e ganancioso.
Duvido que essa idéia passe pelo menos de raspão pelos ideais políticos. Todavia, o slogan é bem claro: Brasil: Um país de todos! Será mesmo de todos? É bom que se reformule essa frase com bastante coerência, pois ela poderá ser usada em campanhas vindouras.
Em doze anos de habilitação ainda hoje não cometi nenhuma infração e espero assim poder continuar. Sei de minhas responsabilidades como cidadão, mas como separar seu décimo terceiro salário somente para pagar o licenciamento que, aliás, deverá mudar para o nome de reserva de licenciamento, pois será para isso que esse suposto benefício configura, embora volte novamente para as mãos do governo. É o mesmo que dar com uma mão e a toma com a outra.
Pensar no efeito inverso da penalidade poderá ser também uma boa experiência, uma vez que o povo brasileiro também se estimula pela valorização. Se existe tanto gasto com os acidentes de trânsitos é porque também pode existir o efeito resultante de outros fatores que os afeta, entre eles até mesmo oriundo pela falta de oportunidades.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 08h09
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| 03.03.2008 |
Campina Grande, Domingo, 03 de Março de 2008
Artigos
Qualidade de vida
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Era a semana da abertura do programa "qualidade de vida" e para o qual todos os funcionários foram convidados a participar. Um programa de extrema importância, tendo em vista consultores especialistas no assunto, revelariam através de pesquisa com grandes empresas multinacionais, que a qualidade e produtividade de vida das pessoas e do trabalhador, especialmente, têm influenciado de maneira preocupante tanto no contexto familiar como na profissional.
Embora considerasse em princípio um programa de grande importância, parecia-me que naquele momento o que mais me importava era cumprir com minhas obrigações funcionais no setor, até que fui surpreendido por uma das diretoras ao me ligar convidando a deixar o setor imediatamente para participar.
Chegando lá, percebi quão importante foi participar das palestras e de uma mine bateria de exames os quais me ajudaram a rever ainda mais meus conceitos com relação à qualidade de vida.
Temos o nosso bem maior - a vida. Digamos que ela foi um presente de Deus. Mas de que forma a encaramos e como queremos viver? Essa deve ser uma pergunta primordial para uma resposta objetiva.
Boa parte das pessoas não tem noção do que seja viver com qualidade de vida. Não sabemos ao certo se é por falta de conhecimento básico ou se por mero desinteresse contínuo.
Acreditam muitas vezes que o importante é viver o presente sem se preocupar com o amanhã, considerando o velho dito popular: o futuro a Deus pertence!
Mas o que precisamos reconhecer é que o amanhã depende do hoje, de como estamos nos alimentando através de uma cultura preventiva ou praticando nossos exercícios.
Acreditar na idéia de viver só de amor é puro mito. Nada sustenta qualquer sentimento se não nos cuidarmos da saúde. Tanto isso é verdade que até nas escolhas somos surpreendidos, qualquer que seja ela.
É uma realidade que precisa ser levada em conta. Só podemos ter uma mente sã se tivermos um corpo são. Ninguém está dizendo que moremos com plena saúde, mas também não precisamos adiantar esse processo.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 10h58
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| 23.02.2008 |

Campina Grande, Sábado, 23 de Fevereiro de 2008
Artigos
Conflitos da personalidade
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Existirá alguém com uma personalidade aparentemente formada ou se brigará constantemente pela formação ou definição de uma? Ou as pessoas têm um vicio influenciado pelo meio ou se tem um pensamento inato de sua duvidosa personalidade.
Uma personalidade em seu estado de formação pode se conflitar constantemente com o meio. Duvidas são freqüentes e a incerteza de se chegar a um determinado fim é quase que impossível, pelo menos enquanto o mundo estiver em movimento.
Buscamos uma personalidade que se adeque a sociedade, mas nem sempre podemos assumir a nossa própria. O ser humano pode ser uma metamorfose ambulante, como dizia o saudoso Raul Seixas, mas quase nunca ter um conceito formado sobre tudo. Porque afinal, saber tudo ninguém o sabe.
O conflito mais atenuante encontrado no ser humano se diz respeito ao seu perfil sócio-cultural e suas adequações. Não podemos, infelizmente, estudar apenas uma camada da sociedade, mas a toda, sem exceções. Isso, analisando-a com cuidado principalmente pelo fator sócio econômico também.
O mundo exige e todos precisam se adequar a alguma coisa. Quem não consegue de fato concreto se adequar, cria, inventa. Nessas invenções prevalecem os conflitos, pois eu devo mostrar isso, embora não seja isso. Fico feliz ao inventar isso, mas entristeço-me com a verdade do meu "eu". Comprarei uma peça de marca, doeu meu bolso, feriu-me o lado espiritual, mas aos olhos dos supostos adequantes me senti mais feliz. É o jogo da vida que existe e não sabemos o porquê. Capitalismo! Porque deveríamos nos adequar? Somos todos ricos? É justamente aí que geram os conflitos.
É bem verdade: uma personalidade forte e terrível poderá estar escondida dentro de cada um de nós. Quando ela irá se manifestar, ninguém sabe, pode ser a qualquer momento, mas isso vai depender, sem dúvida, das influencias externas. Elas sim, irão determinar nosso grau de personalidade e o que há de esperar dela.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 09h20
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| 18.02.2008 |

Campina Grande, Domingo, 18 de Fevereiro de 2008
Artigos
Suicidas da fumaça
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Não tem jeito! Por mais que se fale, que se pregue e que os alerte - tudo é em vão. Assim se comporta o viciado em tabaco - gente que mesmo descrente se suicida a cada dia, enchendo seus pulmões de fumaça tóxica.
E o que é pior: além de suicidas, são egoístas, pois não pensam no sofrimento que irá causar a si mesmos e principalmente aos outros, que terão de ver com tortura, seus corpos num leito hospitalar agonizando dia após dia, até o seu óbito.
Lidamos diariamente com pessoas assim - que simplesmente afirmam não estarem preocupados com isso, matando a si mesmos e aos outros, que têm de suportar e inalar passivamente seus venenos. Há quem até defenda seus vícios chegando ao ponto de irar-se com quem quer que seja quando aconselhado sobre esse terrível mal. É lamentável esse cenário e mais terrível ainda é ver uma mãe comprar duas carteiras de cigarro, uma para si e outra para o seu filho. Triste realidade!
Talvez seja por isso mesmo que o poder público não invista muito em campanhas, já que essa é uma decisão pessoal.
Creio que o governo faz a sua parte. Compete às pessoas fazerem a sua. Afinal, não estamos lhe dando com crianças, mas com adultos irresponsáveis.
A verdade é que falta amor próprio e objetivo na vida. Uma coisa é sentir-se triste e abatido por querer mudar essa realidade, outra coisa é permanecer no erro insistentemente, por pura vaidade e egoísmo. Temos que nos preparar para o fim apenas, preparando-nos para esses futuros óbitos, já que será inevitável o câncer, no mínimo, de pulmão.
Milhares de pessoas dizem acreditar em Deus que nunca viu e não acredita no câncer que se ver. Mera hipocrisia e mentira dissimulada.
Graças às iniciativas do Ministério da Saúde já é proibido o uso do cigarro em ambientes públicos fechados. Esperamos o mais breve possível ser proibido também em qualquer lugar, como é para outras drogas.
Infelizmente temos que endurecer um pouco nossos corações e mantermo-nos limpos dessas desgraças que poluem o ar, a vida e toda natureza.
*Pscopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 08h18
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| 09.02.2008 |

Campina Grande, Sábado, 09 de Fevereiro de 2008
Artigos
O poder das influências
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Até mesmo para os mais experientes a influência pode ter seu grau dominador, pois ela sempre estará ligada às necessidades humanas. Por outro lado, havendo uma maior atenção no sentido da reflexão, o indivíduo conseguirá driblar, sem maior esforço, do poder influenciador.
Mas o que há de tão grave nas influencias? Poderíamos dizer que ela é a mola mestre na condução dos muitos objetivos da vida. É ela que pode nos conduzir estreitando conquistas ou retardando-as. Por trás das influências, respeitando seu espaço e circunstância, existe uma força humana capaz de transformar situações muito rapidamente. Alguns consideram esse comportamento até mesmo de caráter espiritualmente maléfico. Para outros, puro ato de irresponsabilidade. Já no aspecto psicológico, esse comportamento tem tudo haver com o desenvolvimento do caráter, adquirido na fase inicial da criança durante seu desenvolvimento.
O fato é que a ação influenciadora existirá sempre e que, portanto, cada um terá e continuadamente estar atento decifrando por si só, as razões e os porquês do ato influenciador, levando em consideração suas possíveis conseqüências.
É evidente que cada comportamento influenciável é facilmente detectado, embora se passe na maioria das vezes despercebido. É um confronto diário em que o caráter pessoal de cada um pode oscilar pretenso ou despretensiosamente.
Onde se origina tudo isso? Vários fatores ou vários caminhos. É um encontro e desencontro com a verdade e com a realidade de cada um. Pode ser considerado um jogo ou um ato pela sobrevivência. Pode estar no acaso ou bem fundamentado. Pode fazer sentido ou nenhum sentido, dependendo da ação intencional.
Como escapar de tudo isso? Um pouco difícil, mas administrável. Podemos ser influenciados de todas as formas e de todos os lados, conscientes ou inconscientemente. Importante é saber que a influencia tem um poder capaz de mover e formar até mesmo opinião de qualquer natureza.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 11h32
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| 07.02.2008 |

Campina Grande, Quinta-Feira, 07 de Fevereiro de 2007
A igreja do milênio
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Já vivemos em um novo mundo que se avança em todos os aspectos, desde a sua visão cultural que aos poucos vai se reformulando, à ciência tecnológica que dia-a-dia faz novas descobertas.
No universo religioso já temos a igreja do milênio que já é um modelo apropriado para muitos desta geração. Esta nova igreja vem satisfazer muitos anseios baseado unicamente na prosperidade. Muitos já não se questionam a razão e os porquês crêem e o que esperam conquistar de fato na vida: se seria apenas um desejo espiritual ou material.
Se o cristianismo se tornou ou sempre foi desta maneira é algo que é privilégio de poucos questionarem-se. Percebemos na história que é relatada no novo testamento um Jesus Cristo simples, amável, que convida a todos os que estão cansados e oprimidos para o seu abraço acolhedor, que prega o amor de uns para com os outros e que nos estimulam a desprender das coisas terrenas para as eternas. Mas de repente, em poucas décadas, esse "Jesus Cristo" tornou o Deus dos shows gospel, que abençoa somente os que ofertam seu dinheiro e tudo que é do seu melhor. Quanto aos pobres e abandonados nas calçadas, aos menores desamparados, aos desprovidos de tudo, enfim, estes estão excluídos totalmente dessa igreja.
Tornar-se membro de uma instituição como essa é simples: basta ter problemas e escolher que tipo de campanha melhor se adequa para resolver. O mais interessante é que o custo para vender o seu produto é muito lucrativo e não há dúvidas de que nenhum tipo de imposto lhe é imposta. Vejamos então alguns exemplos que configuram esta igreja: Para ligar para um programa de televisão de sua própria emissora faz-se uma ligação normal de qualquer parte do Brasil. 0800 nem pensar. Isso quer dizer que uma pobre alma desesperada que não tem sequer um pão para comer terá condições de ligar. Continuando: Para comprar qualquer das inúmeras publicações produzidas pela editora, também de sua propriedade, um 0300 é a condição. Essa condição vale também para os lançamentos de CDs e Dvds, também produzidos por uma das sua maiores gravadoras gospel e que tem conquistado grande público.
Se eu estou incomodado? Magina! Eu que desde a minha adolescência me apaixonei pela historia do cristianismo não poderia estar mais perplexo e chegar ao ponto de duvidar que eu é que posso estar errado o tempo todo. A representação dessa nova igreja não pára por ai. Uma irmã de sangue costuma freqüentar e assistir as deliciosas programações tanto na igreja como na televisão e disse que tudo que é arrecado é para obra de Deus.
Bom, se a obra de Deus se constitui de um grande império que agrega três grandes emissoras de televisão, gráfica própria que chega a produzir uma variedade imensa tanto de livros como de jornal, grandes portais pela internet, centenas de rádios FM e Am espalhadas por todo Brasil, mega-templos nas grandes capitais que podem comportar até quatro mil pessoas e que, até pouco tempo, tinha a intenção de comprar uma empresa aérea, sem falar de já ter uma significa representação política em Brasília, eu, naturalmente, diante de tantos membros que se dizem está no caminho certo, acho que de alguma maneira eu que posso estar errado ou o cristianismo pode está equivocado.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 10h11
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| 26.01.2008 |

Campina Grande, Sábado, 26 de Janeiro de 2008
O fantasma da Aids
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Numa conversa em roda de amigos surgiu uma pergunta sobre o uso do preservativo na relação sexual. A resposta foi unânime em afirmar que no momento de euforia a consciência alertava, mas não tinha força suficiente para comandar os impulsos do prazer.
É como se houvesse uma descrença da existência da AIDS. Nesse momento a sensação do orgasmo teria o comando geral do corpo e da mente.
Parece mentira, mas é verdade, muitos ainda não entenderam ou se conscientizaram que a AIDS mata. Algumas pessoas chegam até subestimá-la dizendo que têm remédio para se tratar.
Ora, para se ter uma idéia do que ela representa de fato na vida de um portador sensível, basta visitar os hospitais e observar seu estado físico e mental. Além disso, fazer uma reflexão profunda de como ainda é visto pela sociedade um soro positivo, uma vez que embora o preconceito tenha se camuflado, ainda existe e é forte em nosso meio.
Pior do que ser contaminado é o processo psicológico que se passam muitos dos que foram infectados. Com a idéia de que a vida não lhes tem mais nenhum sentido, procuram contaminar outros sem o menor senso de responsabilidade.
Esse assunto, embora pareça apenas forte serve de alerta como uma verdade absoluta e que precisa ser levado urgentemente em consideração.
O que mais nos surpreende é que as "pessoas" não param para conversar sobre qualidade de vida e sobre AIDS. Acham o assunto pesado e frustrante e não merece ser tratado. Sem o diálogo e sensibilização não vemos outro meio de conscientizar a sociedade para essa realidade. Isso inclui também o uso do tabaco e do álcool.
Acho que o Ministério da Saúde deveria pensar em novas estratégicas e mostrar a realidade nua e crua para a sociedade em vez de dar espaço na mídia para certas programações recheadas de besterois sem o menor objetivo de contemplar uma educação saudável às pessoas.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 14h59
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| 29.12.2007 |
Campina Grande, Sábado, 29 de Dezembro de 2007
Hoje
Artigos
Nossas escolhas
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Quase tudo na vida é uma escolha. Digo, quase, porque exclui as fatalidades. Escolhemos nossos amigos, nossos relacionamentos afetivos, nossa forma de viver, enfim, nossa postura diante de tudo que nos rodeia e requer para determinados fins. Se as coisas dão ou não certo, em alguns casos, pode ser um risco que corremos, mas nunca devemos pôr a culpa nos outros.
Os desgastes físicos e emocionais bem que poderiam ser evitados se déssemos lugar à reflexão. Porém, o fator emoção, sempre fala mais alto e em primeira instância nos momentos de decisões.
É comum encontrarmos pessoas no muro das lamentações, principalmente no contexto afetivo. Não atentamos para o fato de que conhecer primeiro é fundamental.
Ficamos empolgados pela expressão labial, anatomia física e facial, mas logo depois vem o inesperado, a decepção. A expressão externa não revela o caráter de uma pessoa, mas sim, seu comportamento.
Nossas escolhas podem estar relacionadas à nossa visão de valores e também aos objetivos os quais desejamos alcançar. São muitas decisões erradas, porque o sentimento, ora camuflado por alguns valores indefinidos ou deturpados, deflagram numa decisão inorpotuna que podem traduzir num sofrimento prolongado. O sofrimento, por sua vez, nos causa doenças e perturbações da alma.
Segredo ou receita para tomarmos uma decisão certa nem sempre temos, e ao menos encontramos no momento desejado um amigo que possa ajudar. Sabemos, contudo, que ela deve ser refletida e estudada suas possíveis conseqüências.
De algum modo, ser coerente nessa decisão é usar a sabedoria da percepção. Perceber ao seu redor a atual conjuntura em que vive, analisando com poder de interpretação cada situação, para que possa tomar medidas preventivas, sobretudo para o seu investimento no bem estar físico e emocional.
Uma vez fazendo essa reflexão sob julgo de uma prévia percepção, falando consigo mesmo constantemente, mais próximo estaremos de uma melhor e mais coerente decisão, poupando acima de tudo a nós mesmos e aos outros.
Viver é um presente da própria natureza. Saber viver é um processo com várias etapas nas quais encontramos vários obstáculos.
O importante é aproveitar a vida, única e intransferível, da melhor maneira possível, preservando-a de maneira tranqüila e saudável.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 23h23
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| 22.12.2007 |
Campina Grande, Sábado, 22 de Dezembro de 2007
Artigos
Entendendo os seres humanos
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
A compreensão da natureza humana se analisa sobre vários aspectos, entre eles, primeiramente, o fator biológico, ligado diretamente as suas funções vitais. Fatores relacionados ao seu comportamento são analisados através das visões cientificas que hão de interpretar suas reações adversas no convício social. Compreendê-lo, portanto, como tal, requer unir uma boa parte dessas ciências a fim de perceber todas a suas qualidades físicas, emocionais e intelectuais.
Fatores que deflagram vários comportamentos oscilantes nos seres humanos estão ligados a sua estrutura psicológica que, ao se relacionar com o meio externo social, produzem seus efeitos negativos ou positivos. Por essa razão, vivemos constantemente em equilíbrio ou desequilíbrio com cada pessoa que nos relacionamos, sendo que cada pessoa é formada também com concepção de valores.
A estrutura psicológica humana, se bem alicerçada nos princípios de uma educação adequada, provavelmente teremos uma Ser mais esclarecido e consciente para viver em sociedade. O grande problema hoje existente está relacionado justamente a essa formação que é decisiva á sua vida no seu contexto social.
Se não houver, contudo, um trabalho consistente englobando toda parte envolvida nesse processo, de certa forma seremos nós, os responsáveis, por aquele filho/filha que interpretará seu mundo e seus ideais.
Um filho se tornou dependente químico por alguma falha nesse processo que em principio pareceu pouco importante, mas nesse acumulo de perguntas ou de faltas, que não foram respondidas ou corrigidas no decorrer de sua formação física e intelectual, esse espaço foi ocupado por outras visões distorcias existentes no mundo.
Ninguém nasce para ser de bom ou mau caráter. Essa qualidade é algo que se desenvolve no início da adolescência e que, portanto, fica descartado a teoria do "pau que nasce torto morre torto". Imaginemos a responsabilidade que nós, educadores da escola ou da família, temos diante dessa questão, uma vez que somos nós que fazemos nossas escolhas, se casamos, se temos filhos ou não.
Atentemos, portanto, diante desta realidade, para uma reflexão profunda nesse sentido e ajudemos uns aos outros na busca de um ser humano mais consciente e preparado para viver no mundo.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 12h22
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| 17.12.2007 |

Campina Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2007
Artigos
Educação e sexualidade
Antonio Marcos de M. Rodrigues*
Antes de tudo é preciso que se entenda ou se faça compreender, por definitivo, que o sexo é parte inerente ao ser humano, portanto uma área inviolável de cada pessoa, independente de qualquer coisa. Tratar da sexualidade em um contexto educacional é, porém, um tema fundamental que precisa ser explorado na busca de uma orientação esclarecedora e preventiva que seja capaz de dirimir todas as dúvidas buscando, desta forma, ajudar as pessoas dentro ou fora da escola, a se prevenir e a ter os cuidados necessários para a preservação de suas próprias vidas.
Ideologias que distorcem ou favorecem a questão da sexualidade considerando como um tabu deve ser extintos de nossas mentes. A história da humanidade e a própria realidade é prova infalível que o desejo natural pelo sexo é algo presente e conseqüente do próprio processo biológico humano. Enquanto persistirem certos dogmas motivados por interesses econômicos, mais saliente e inconseqüente ficará o comportamento dos que ainda não possuem este conhecimento e a liberdade do senso critico.
No mundo de hoje estamos diariamente a perceber com nitidez a hipocrisia que ainda impera no meio da sociedade. Recentemente um líder religioso deu entrevista numa emissora de televisão local condenando um livro didático no qual mostrava as diferenças entre as pessoas em sua sexualidade. Dizia ele, demonstrando meio apreensivo: como pode acontecer tal fato com as nossas famílias - textos e imagens que podem induzir a homossexualidade? Esse cidadão, pelo menos em sua interpretação, soube pronunciar a palavra cientificamente correta: homossexualidade.
Mesmo que se pregue ou se faça todo tipo de proselitismo no intuito de reprimir a sexualidade individual, jamais as pessoas deixarão de exercer o que lhe é de direito como seres humanos. Deixando de lado a preocupação desnecessária com quem se é realizado o sexo, atentemos todos apenas para a dignidade humana, sobretudo ao respeito de uns para com os outros e a preservação da própria vida.
Como cidadãos mais responsáveis, detentores de um conhecimento melhor assimilado é nossa obrigação repassar aos demais a informação preventiva sobre a saúde nesse aspecto e a repressão a qualquer tipo de agressão física ou verbal que venha ofender a moral de qualquer cidadão ou cidadã.
Que nossa a nossa preocupação como docentes ou autoridades públicas seja com a qualidade de vida das pessoas, promovendo ações de caráter preventivo com respeito às doenças sexualmente transmissíveis, controle e planejamento da natalidade, entre muitas outras informações de interesse coletivo.
*Psicopedagogo
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 10h10
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| 13.12.2007 |

Campina Grande, Quinta-Feira, 13 de Dezembro de 2007
Educação e violência
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues*
Todos os dias assistimos atônitos pela mídia televisiva os índices alarmantes de violência em nosso país. Ficamos todos perplexos nos perguntando de quem afinal é a culpa por todo esse desencadeamento comportamental de agressão e perturbação no meio da nossa sociedade.
De um lado vemos a juventude enveredando no caminho das drogas, e do outro, algumas políticas públicas para conter o crime. Enquanto isso, instituição e sociedade, apenas mantêm um ritmo repetitivo de trabalho configurado como um meio de sobrevivência.
Existirá em um futuro não muito distante uma medida mais cabível que solucione essa questão ou que pelo menos diminuam essas estatísticas?
Por outro lado, percebemos outras instituições que se denominam religiosas que em vez de se unirem por um só ideal, como por exemplo, criarem centros de recuperação de dependentes químicos e amparo aos abandonados, à maioria delas está aí se incomodando apenas com o que outras pessoas fazem entre quatro paredes. Isso, sem dúvida, demonstra o quanto o mundo necessita rever seus conceitos e suas crenças.
Diante deste contexto onde cada vez mais se predomina a incerteza e a incredulidade nas pessoas, precisamos mesmo viver o dia de hoje como se não houvesse amanhã, como dizia o saudoso Renato Russo.
Daqui para frente o desafio continua, isto é, para aqueles que consideram desafio, pois essa responsabilidade compete não só aos poderes públicos, mas também a nós, cidadãos comuns.
É preciso pensar com seriedade no rumo que se tem intimado à sociedade, que alicerces estão sendo fundamentados para uma visão responsável de valores, e que medidas podem ser tomadas para que haja mais vontade política nesse sentido.
As Leis não podem ser modificadas e não entendemos por que. Seria tão difícil experimentar novas leis mesmo que provisórias?
Afinal, quase tudo não é feito de experiências? Por que tanto receio de tentar mudar? Pior do que está com certeza não poderá ficar. Esqueçamos, portanto, as demagogias e a hipocrisia. Necessário se faz dar valor aos que trabalham e querem de fato mudar o mundo.
*Psicopedago
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 15h03
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| 16.11.2006 |
A LINGUA
Possuímos um valioso instrumento de comunicação espontâneo que é nossa língua, literalmente falando. Esse órgão, capaz de fazer entender e se fazer entendido, quando expressado claro, por todas as pessoas que falam o mesmo idioma, é capaz de transformar as circunstancias e até mesmo o mundo em que se vive.
Usar a língua, todavia, não requer muita habilidade, e por essa razão, pela simplicidade com que a usamos, é que pode trazer inúmeros prejuízos, tanto para os outros como para nós mesmos.
Vivemos todo tempo falando, expressando tudo que nossas idéias produzem e reproduzem, formando conceitos e preconceitos. Fazemos-nos ora entender que somos perfeitos, ora imperfeitos.
O que ocorre de fato é que a língua é um instrumento aberto, sem regras, podendo traduzir a nossa índole muito claramente e toda expressão é fruto de uma construção previamente alicerçada, podendo oscilar tanto para um lado positivo ou negativo.
Uma palavra pode salvar uma vida ou destruí-la. Existe todo um contexto complexo que não se pode descrever, pois se trata de um conjunto de acontecimentos imprevistos que nos pegam de surpresa, levando-nos a usar nossa língua em um momento inesperado.
O ideal seria falar o necessário ou se falarmos fazermos boas colocações que não comprometa a si nem aos outros, o que na prática quase não funciona. Seria um exercício continuo no qual nenhum ser humano estaria disposto a exercer, porque não existe um dispositivo, alarme em nossas cabeças, exceto a consciência que na maioria das vezes não é justa.
A língua é o a porta da vida ou da morte, da paz ou da guerra. Cabe-nos refletir sobre seu uso continuo de maneira a contribuir para uma sociedade melhor, fazendo cada um a sua parte, levando em consideração, sobretudo, da importância que esse pequeno instrumento pode significar em nossas vidas.
Antonio Marcos Rodrigues
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 12h53
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| 14.11.2006 |
SOMOS IGUAIS?
Muitos estudiosos defendem a tese de que somos todos diferentes um dos outros e que cada cabeça é um mundo. Porém, se analisarmos com coerência o comportamento humano percebemos uma semelhança muito profunda e que podemos distingui-los apenas do ponto de vista sócio-econômico e cultural, principalmente. A anatomia é um detalhe a parte que tem um significado especial para grande parte das pessoas, especialmente para aquelas que vêem a atração um principio fundamental para uma aproximação humana e afetiva.
De fato o que difere o ser humano do outro é o acumulo de informações importantes que contribui para o seu crescimento intelectual, sobretudo na captação de idéias que o fazem ter um discernimento efetivo em todas as ações que lhe são impostas pelo meio em que vive.
Uma forma de ver o mundo é uma atitude livre, mas nem todos podem ter essa percepção, isso porque a maioria das pessoas não consegue ampliar seus horizontes através de uma educação ampla que possa corrigir e atualizar a percepção das coisas no mundo em que vive. Por isso que se diz que cada pessoa tem um mundo, isso porque se todos tivessem a oportunidade dentro de um conhecimento nivelado, certamente todos viveriam em um só mundo, sendo uma só cabeça.
As pessoas tornaram diferentes no pensar porque não existiram e não existem oportunidades iguais, sendo impossível que isso ocorra em um mundo totalmente diferenciado em culturas.
Dentro dos princípios básicos de que fazer o que é certo é igualmente traduzido em qualquer lugar do mundo, isso respeitando as crenças e as filosofias de cada um, é provável que essa teoria do ser igual possa está certa.
Algumas idéias podem surgir quando aparecem provas subjetivas em que as pessoas atribuem crianças bem dotadas ao aspecto milagre religioso. Entretanto, pode haver, sim, uma forma geneticamente falando, de produzir uma formulação aleatória e natural, na própria criança nos primeiros anos de vida. Isso é possível porque as informações que ela capta não vêm do ventre materno, mas naquilo que seus olhos conseguem ver e decifrar no mundo real. Trata-se de um comportamento natural e positivo.
Por isso, como dizia Roberto Marinho, ao afirmar que Educação é Tudo, é exatamente porque o conhecimento está muito além daquilo que se pode idealizar. Está na raiz da raça humana, sem a qual seria impossível o progresso em todos os sentidos da vida.
Antonio Marcos de Menezes Rodrigues
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 12h26
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PENSE!
Será que existe um tempo pré-determinado para que possamos pensar antes de agir? Em muitas circunstâncias sim, exceto em momentos que as fatalidades podem nos pegar de surpresa. Aparte essa exceção, podemos dizer que o pensar antes de agir seria, sem sombra de dúvida, a melhor prevenção que o homem poderia exercer.
Em meio às turbulências em que somos tomados pelos contra tempos, conflitos pessoais e decisões a serem tomadas, geralmente esse pequeno espaço do pensar é arrematado pela emoção, tornando um desequilíbrio entre o pensar e o agir.
O pensar não é somente agrupar idéias, mas analisá-las a curto espaço de tempo quando o momento exige. É como uma matemática que calculamos as vantagens e desvantagens com tal decisão, o que podemos conseguir ou perder com as decisões tomadas.
As coisas não podem ser complicadas, mas denominadas de difíceis pela inacessibilidade do ser humano naquilo que busca, levando em consideração diversos fatores a que esse alcançar depende.
Em suma, o pensar é um verbo no infinitivo real em que nos dar um espaço alternativo para refletir, racionar, antes de executar. Uma decisão não pensada repercutirá positiva ou negativamente no futuro. Portanto, pensar é uma oportunidade que detemos e que desperdiçar o raciocínio é abandonar a própria inteligência.
Antonio Marcos Rodrigues
Escrito por ANTONIO MARCOS M. RODRIGUES às 11h10
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